Tamém auto-alcumado «madeira de uz», este grande vulto (mais de 120 kg) reintegracionista leva mais dumha década exibindo a sua funda imbecilidade polos foros internéticos. A última (mas decerto nom derradeira) é um artigo distorcedor, alburgueiro e difamador sobre nós. Amola-lhe, ao que parece, que ponhamos notas de rodapé nos nossos livros (em realidade necessárias, visto a ignorância geral da nossa riqueza lexical e fraseológica) e diz que escrevemos mal, ele que domina um excelente portunhol. Tamém nos aconselha a nom consumir certas drogas, como as personagens da nossa trilogia A fronteira fam, mas sem apontar a ressalva do aviso contra o consumo de drogas (e outras cousas) que colocámos no ante-limiar de cada um dos três livros. Ele porém sim parece feliz com experimentar com todo tipo de injeições genéticas mRNA, de cujos efeitos a longo termo nom sabemos rem, embora sim saibamos já, tristemente, dalguns deles a curto e meio termo. De resto, o estramônio em A fronteira é um símb...
Após mais dum ano de grande teatro pandémico, a grande maioria da gente ainda nom exergou a natureza do drama que estamos a viver. Nom se decatam de que estamos a atuar no ensaio dumha peça de teatro, em preparaçom da sua encenaçom final, daqui a três, quatro ou cinco anos, como muito. Mas se nom se decatárom desta tragédia que estám ajudando a preparar, nom é por falta de informaçom ou inteligência. Tanto tem que lhes ponhades diante dos olhos as informações que demonstram empíricamente a falsidade do discuros pandémico, elas continuarám a acreditar nele e a participar, chegando mesmo a «matar o mensageiro», se necessário. A lavagem cerebral e a propaganda pretensamente informaçom tem a gente bem apreixada, e nom hai que os tire de alá. No entanto, hai um outro factor que explica a continuaçom desta ensaio de tragédia: agente QUER ACREDITAR NA PANDEMIA. A neurose individual e coletiva precisa desse drama, desse INIMIGO que os tem ocupados e os poupa de terem de lidar co desacougo...
A terrível pandemia causada polo vírus que nom causa doentes nem sintomas, mas que querem fazer passar como causa da morte de idosos doentes que morrérom de neumonia ou outras doenças que já tinham, parece ter afinal umha taxa de mortalidade inferior ao 0,5% . Apesar disso, dim-nos que hai que vacinar a populaçom pra podermos voltar à normalidade. Ora, pra que nos vacinarmos contra um vírus já esfacelado, que só consegue afetar realmente quem tem já um pé na cova? Ou seja, nom só o perigo do vírus é mínimo (na ordem de décima causa de mortalidade), sobretudo comparado com inúmeras outras doenças e circunstâncias (por exemplo, a circulaçom motorizada ou o cancro), mas ainda por riba sabemos quem é que está em risco (idosos de fraca saúde). Mas querem vacinar toda a populaçom, assi que lhes seja possível fazê-lo. Querem vender a ideia de que hai que vacinar-se pra proteger outrem. E quais os efetos secundários dessas vacinas? Nom sabemos, saltárom muitas fases da sua elaboraçom. (E ...
Comments
Post a Comment